O Programa Quinta Dimensão, IPTV- Kaxinawá, da FEBF/UERJ, apresenta o Prof. Antonio Zuim tratando de internet, tempo, velocidade e diversas facetas do mundo tecnológico contemporâneo...
CONVERSAS SOBRE EDUCAÇÃO
BLOG DESTINADO AO DEBATE SOBRE ASSUNTOS RELACIONADOS À EDUCAÇÃO EM SUAS DIVERSAS DIMENSÕES.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Atividade EEPP 3 - Maio 2011
A atividade a seguir tem como apoio o texto "O que se entende por Desenvolvimento Curricular", capítulo do livro "Escritos Curriculares", de José Pacheco.
Suas respostas deverão ser postadas em seu portfólio.
Bom trabalho!
1. O autor afirma que o "currículo como práxis" se diferencia do "currículo como racionalidade técnica". Explique em que consiste a concepçâo do currículo como práxis. Pesquise na internet, exemplos de escolas que colocam em prática esta concepção de currículo. Insira vídeos, imagens, links.
2. Na página 46, o autor apresenta um esquema indicando os pontos de partida e de chegada do desenvolvimento curricular. Explique este esquema. A partir dele, faça um novo esquema indicando as ideias que VOCÊ considera adequadas à concepção de currículo apresentada.
quarta-feira, 10 de março de 2010
EEPP III: Aula 11/03/2010
Neste semestre, nossas aulas serão postadas neste BLOG. Ele será um espaço de interação, de reflexão e de debate sobre o "Currículo".
A ementa da disciplina "Escola Espaço Político e Pedagógico III" é a seguinte:
O campo do currículo: concepções e tendências. O processo de produção do conhecimento. Currículo,cultura e sociedade: a teoria crítica do currículo. Currículo e conhecimento oficial. Tendências curriculares no Brasil.O currículo Nacional : Parâmetros Curriculares Nacionais : fundamentação teórica e Organização.
A ementa da disciplina "Escola Espaço Político e Pedagógico III" é a seguinte:
O campo do currículo: concepções e tendências. O processo de produção do conhecimento. Currículo,cultura e sociedade: a teoria crítica do currículo. Currículo e conhecimento oficial. Tendências curriculares no Brasil.O currículo Nacional : Parâmetros Curriculares Nacionais : fundamentação teórica e Organização.
A bibliografia pode ser consultada aqui.
É importante que todos postem comentários aqui, deixando suas reflexões sobre o tema de cada aula. Ao mesmo tempo, produziremos conhecimento sobre a "Aula Blog", que faz parte do Projeto de Pesquisa da Sala Revoluti, na FEBF/UERJ. As contribuições de todos são fundamentais.
Para iniciarmos nossos trabalhos, dois textos são essenciais. São eles:
1. Currículo e desenvolvimento humano, de Elvira Souza Lima.
2. Educandos e educadores: seus direitos e o currículo, de Miguel G. Arroyo.
Para iniciarmos nossos trabalhos, dois textos são essenciais. São eles:
1. Currículo e desenvolvimento humano, de Elvira Souza Lima.
2. Educandos e educadores: seus direitos e o currículo, de Miguel G. Arroyo.
A partir dessas leituras, algumas questões iniciais podem ser suscitadas:
* Qual é o seu entendimento de currículo? Qual sua importância para o trabalho pedagógico na escola?
* Quais seus pressupostos conceituais sobre a formação humana?
* Qual a relevância para a formação humana?
* De que forma os aspectos culturais influenciam no processo de conhecimento e do desenvolvimento humano?
Agora, nossa tarefa é aprofundar estas questões, criando outras, problematizando estas e refletindo sobre os sentidos do currículo como orientador do processo formativo humano.
Conto com a participação de todos vocês!!! Sejam bem-vindos!
Para enriquecer nossa reflexão, vamos assistir uma pequena entrevista de Laurent Cantet, diretor do filme "Entre os muros da escola".(Programa Zoom, TV Cultura)
Para enriquecer nossa reflexão, vamos assistir uma pequena entrevista de Laurent Cantet, diretor do filme "Entre os muros da escola".(Programa Zoom, TV Cultura)
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terça-feira, 15 de dezembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Memórias de Professoras
No meu primeiro dia na escola, ficou gravado em minha memória, o momento em que cheguei com meus pais e fui levada para a sala. Estava um alvoroço, tanta gente, adultos falando alto, crianças chorando. Eu entrei fui apresentada à professora. Era um colégio de freiras e a professora era Sra. Helena.
Meus pais foram embora, fiquei quieta, esquecida em um canto da sala, acho até que chorei, me senti perdida. Com o tempo não me lembro do processo, mas lembro que me adaptei e guardei algumas passagens que considero pertinentes para o momento. Minha professora dividia a turma em três colunas: duas filas no canto esquerdo da sala ficavam os alunos classe "C" (fracos), no meio os classe "A" (fortes) e no lado direito os alunos classe "B" (médios). Eu ficava mais na coluna da direita, isso ficou tão forte que só consegui me libertar na 8ª série.
Uma outra coisa que me ficou gravado, no final do dia nós fazíamos uma fila com a mão estendida para a professora e ela ia escrevendo um número na nossa mão, representando a nota do dia, para mostrar aos pais. Quando eu tirava nota baixa, fechava tanto as mãos, suava tanto que quando papai vinha me buscar o número estava quase apagado. Minha sorte era que meus pais não se ligavam nessa estratégia da irmã. Tinha um momento do dia em que a Sra. Helena; ia chamando aluno por aluno para ler a cartilha, até hoje me lembro perfeitamente como ela era.A professora pedia que disséssemos o alfabeto que estava impresso na contracapa da cartilha, para depois passar para as lições. Porém tem um fato que eu gostava muito, era na hora do recreio. A Irmã ia para o pátio, brincava de roda, de estátua, de bola, era uma farra, essa era a melhor hora do colégio, era tão boa que quando a gente passava para a 1ª série íamos brincar junto com a Irmã na turma da pré-escola.
Professora Séfora Maria Farias
Maceió-AL
Estava perto o Grande Dia.... meu irmão mais velho já estava na escola. Olhava para seus cadernos, seus livros, tinha só 6 anos e ainda não podia. Meu Deus, ainda não podia! Os 7 anos completei, mas sofri um bocado. A escola me aguardava, não andava, voava.
Minha professora não era uma pessoa, era uma fada bem rígida que iria me ensinar a ver o mundo letrado.
Aprendi a ler com bastante rapidez. Gostava de tudo: Português, Matemática, Ciências e Estudos Sociais e a professora não precisava comigo usar de rigidez.
Tinha um problema: o Desenho não tinha jeito, não conseguia fazer e isso me fez fechar para esse mundo, mas, mesmo assim, não matou o meu sonho.
Sou professora, sei que é vocação, tenho algo de minha primeira mestra: o amor, a rigidez, o gosto pela leitura. Com isso, eu sei que vou vencer os desafios da Educação.
Professora Edilene M. Nascimento dos Anjos
Carnaíba-PE
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Fábrica de Resenha
OS SIMPSONS - O FILME (2007)
Quarta-feira, retorno de mais um dia de trabalho!
"O que fazer?" Diria a minha mais nova antiga amiga Cida.
"Ah, já sei... Vamos assistir ao filme dos Simpsons?"
Fiquei um tanto quanto em choque, mas mantive a classe... É que não tinha a mínima noção de que ela tivesse uma atração pela família Simpsons. Nunca tinha ouvido ela comentar a respeito.
"Eh, eh...vamos, sim" - respondi, sem conotar nenhum tipo de ironia ou desconforto. Ela não percebeu.
A sala de cinema quase toda a nossa disposição...
Inicia-se, então, um dos representantes mais críticos do "modus operandi" do "american way life"...
Claro que é uma crítica muito lúcida e, talvez, muito atormentada do modo de viver e pensar americano.
Quarta-feira, retorno de mais um dia de trabalho!"O que fazer?" Diria a minha mais nova antiga amiga Cida.
"Ah, já sei... Vamos assistir ao filme dos Simpsons?"
Fiquei um tanto quanto em choque, mas mantive a classe... É que não tinha a mínima noção de que ela tivesse uma atração pela família Simpsons. Nunca tinha ouvido ela comentar a respeito.
"Eh, eh...vamos, sim" - respondi, sem conotar nenhum tipo de ironia ou desconforto. Ela não percebeu.
A sala de cinema quase toda a nossa disposição...
Inicia-se, então, um dos representantes mais críticos do "modus operandi" do "american way life"...
Claro que é uma crítica muito lúcida e, talvez, muito atormentada do modo de viver e pensar americano.
"Os Simpsons - o filme" não diferem quase nada do que já estamos acostumados a acompanhar pela televisão: crítica cáustica ao próprio modo de vida americano, posturas mais do politicamente incorretas, exacerbação nada ufanista e escrachada, enfim, o verdadeiro rosto de muitos americanos que se sentem os donos do mundo, os donos do poder...
O humor atroz, vivaz, inteligente leva-nos a um misto de pensamento filosófico, psicológico, sociológico, antropológico... Principalmente, para nós, educadores que adoramos "teorizar" sobre o mundo!! As situações "cômicas" assumem vieses, muitas vezes, de profunda reflexão sobre o mundo, sobre as pessoas, sobre costumes, hábitos e culturas.
No início, em plena igreja, o vovô Simpson é possuído por um espírito e faz premonições catastróficas. A cena do espírito incorporado é, no mínimo, intrigante, pois era quase visível a sobreposição de outras imagens que nos lembram grandes ritos de determinadas igrejas em nosso país. A alienação se coloca como eixo.
A catástrofe anunciada envolve o ataque cruel da humanidade sobre a natureza e, conseqüentemente, a sua vingança. Lisa Simpson, com seu tom politicamente correto, assume a defesa do meio-ambiente. As reações da população de Springfield ao trabalho de conscientização de Lisa em muito se assemelham a posição tomada pelo EUA, no protocolo de Kyoto: "tô nem aí, não tenho nada com isso".
E quem é que provoca o maior "desastre ambiental", em Springfield. Não poderia ser ninguém menos do que Homer!! Obviedade característica!
Não poderia faltar, óbvio, a figura do presidente americano. Mas, não pensem que é o Bush quem aparece. O "Presidente dos EUA" é retratado pelo "rascunho" de ator e "dublê" de governador, o Sr. A. Schwarnegger.
Assim, a cidade é isolada por uma redoma devido ao caos ambiental causado por Homer. A partir daí, o conflito se instaura. A família simpson se vê pressionada a fugir da cidade para o Alaska. E os fatos finais reservam doses certas de gargalhadas e alguma reflexão, se é que ainda é possível refletir sobre alguma coisa mais a esta altura da narrativa.
O que fica como resultado é que o filme convence, diverte e leva-nos a pensar...e muito! Bom filme! Vale a pena!
Ivan Amaro, em 05/09/2007
O humor atroz, vivaz, inteligente leva-nos a um misto de pensamento filosófico, psicológico, sociológico, antropológico... Principalmente, para nós, educadores que adoramos "teorizar" sobre o mundo!! As situações "cômicas" assumem vieses, muitas vezes, de profunda reflexão sobre o mundo, sobre as pessoas, sobre costumes, hábitos e culturas.
No início, em plena igreja, o vovô Simpson é possuído por um espírito e faz premonições catastróficas. A cena do espírito incorporado é, no mínimo, intrigante, pois era quase visível a sobreposição de outras imagens que nos lembram grandes ritos de determinadas igrejas em nosso país. A alienação se coloca como eixo.
A catástrofe anunciada envolve o ataque cruel da humanidade sobre a natureza e, conseqüentemente, a sua vingança. Lisa Simpson, com seu tom politicamente correto, assume a defesa do meio-ambiente. As reações da população de Springfield ao trabalho de conscientização de Lisa em muito se assemelham a posição tomada pelo EUA, no protocolo de Kyoto: "tô nem aí, não tenho nada com isso".
E quem é que provoca o maior "desastre ambiental", em Springfield. Não poderia ser ninguém menos do que Homer!! Obviedade característica!
Não poderia faltar, óbvio, a figura do presidente americano. Mas, não pensem que é o Bush quem aparece. O "Presidente dos EUA" é retratado pelo "rascunho" de ator e "dublê" de governador, o Sr. A. Schwarnegger.
Assim, a cidade é isolada por uma redoma devido ao caos ambiental causado por Homer. A partir daí, o conflito se instaura. A família simpson se vê pressionada a fugir da cidade para o Alaska. E os fatos finais reservam doses certas de gargalhadas e alguma reflexão, se é que ainda é possível refletir sobre alguma coisa mais a esta altura da narrativa.
O que fica como resultado é que o filme convence, diverte e leva-nos a pensar...e muito! Bom filme! Vale a pena!
Ivan Amaro, em 05/09/2007
